Por Arão Leite
Alta Floresta – A história da execução de pai e filho, crime ocorrido há mais de 20 anos na região, volta á tona em Alta Floresta, com o julgamento de Gonçalo Rosa Nunes. O capataz que na época trabalhava na fazenda onde aconteceu a execução, é acusado de envolvimento direto no duplo homicídio de Sebastião Garcia de Lima, na época com 37 anos, conhecido como Donizete. Ele teria caído numa emboscada e no momento o filho Carlos Vinícius, de apenas cinco anos, estava junto e foi morto com um tiro na cabeça.
Conhecido como Donizete, Sebastião Garcia de Lima foi alvejado com vários disparos. O crime de pai e filho teria ocorrido num sábado, no momento em que a vítima desceu do carro na porteira da fazenda onde era esperado pelos assassinos. “Foram três”, disse uma sobrinha ao lembrar a história, salientando que Gonçalo, funcionário da propriedade, era um deles e que teria atuado conforme os autos, na execução do pai e do filho juntamente com dois comparsas que já faleceram.
O crime de Donizete e do filho Carlos Vinícius gerou grande repercussão na época. Mas as investigações seguiram em sigilo. E agora um dos acusados sentou na manhã de ontem, no Fórum da Comarca de Alta Floresta, no banco dos réus para ser julgado.
No Júri, a presença de acadêmicos de direitos, além de advogados e familiares das duas partes. Mas até o final dessa edição ainda não havia terminada a sessão.
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