Por Arão Leite
Alta Floresta/MT – A jovem Luana Guisone, de 21 anos, moradora da cidade de Carlinda, não resistiu aos ferimentos de um acidente com motocicleta e morreu na terça-feira no Hospital Regional de Alta Floresta. A vítima foi internada ainda no domingo à noite. Mas com fratura na cabeça provocando traumatismo, seu quadro sempre foi considerado gravíssimo. Ela respirava somente com auxílio de aparelhos, mas só aguentou até quarta-feira às 16 horas. Só que a família, que já sofria dias com a situação, ainda precisou esperar mais de 24 horas para conseguir a liberação do corpo.
Ronaldo Gato, pai de Luana, disse que ainda no Hospital ficaram empurrando a situação para a Delegacia. “Mas nesse vai e vem ou empurra-empurra, fomos umas quatros vezes em cada lugar, até que o corpo foi liberado do Hospital, já por volta de meia noite”, disse o pai que na manhã seguinte viu novo obstáculo. “Na Politec não tinha câmara fria para conservar o corpo e só chegou ao IML às 8 horas da manhã de quinta-feira. Depois fomos informados que para o exame de necropsia teria que esperar chegar um técnico de Sinop, porque em Alta Floresta não tinha naquele momento. Agora já pensou. Já estamos sofrendo desde domingo e ainda temos mais essa situação”, reclamou o pai da vítima de acidente.
Ronaldo e outros familiares de Luana ficaram esperando em frente à Politec durante todo o dia. “Falaram que talvez até 8 horas da noite seja liberado o corpo. Muito difícil para a família”, desabafou o pai questionando o governo do estado que segundo ele, diz que tem um órgão regional quando na verdade não funciona praticamente.
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