Mikhail Favalessa
RD News
Partidos e pré-candidatos que participarão da eleição suplementar ao Senado em Mato Grosso deverão seguir o mesmo calendário que está previsto para a eleição municipal deste ano. As convenções para escolha oficial dos candidatos devem ser realizadas entre 31 de agosto e 16 de setembro, de maneira virtual.
O 1º turno das municipais e o único turno do pleito ao Senado estão marcados para 15 de novembro. Os mato-grossenses deverão escolher, além da chapa de prefeito e vice-prefeito, e de um candidato a vereador, também um candidato ao Senado. A vaga é ocupada interinamente por Carlos Fávaro (PSD) depois que Selma Arruda (Pode) teve o mandato cassado por caixa 2 e abuso de poder econômico.
As novas datas foram estabelecidas pelo Congresso Nacional para as eleições municipais por meio de uma Emenda à Constituição. A medida foi necessária em razão da situação da pandemia de Covid-19 que ainda assola o país, com números atualmente acima de mil mortes diárias pela doença. Depois, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que a suplementar ao Senado fosse feita em conjunto.
Desde ontem (11), as emissoras de rádio e TV estão proibidas de transmitir programas apresentados ou comentados por pré-candidatos ao Senado. O registro das candidaturas, depois que os nomes forem escolhidos nas convenções, deve ser feito até 26 de setembro.
Depois da data do registro também pode ter início a propaganda eleitoral, incluindo publicações na internet com pedido expresso de voto. Até 26 de setembro, é vedado o pedido, sendo que os interessados na vaga de senador ou senadora são apenas “pré-candidatos”.
Outra data importante antes da eleição é a entrega do relatório das transferências do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido como Fundo Eleitoral. Partidos políticos, coligações e candidatos devem entregar o relatório até 27 de outubro.
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