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DECRETOS MUNICIPAIS: Prefeitos não foram precipitados, afirma Neurilan ao rebater críticas do governo

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Andhressa Barboza
RD News
O presidente da AMM (que representa mais de 120 das 141 cidades de Mato Grosso), Neurilan Fraga rebateu críticas do governador Mauro Mendes (DEM) quanto ao fechamento do comércio e afirmou que os municípios mantiveram serviços essenciais funcionando.
Neurilan assegura que os prefeitos não baixaram decreto com validade de 90 a 120 dias e muito menos fecharam totalmente o comércio local. Segundo ele, os gestores seguiram o decreto do governo federal, e as recomendações da Organização Mundial de Saúde e da própria secretaria estadual de Saúde. “Ao baixar os decretos municipais, os prefeitos estabeleceram regras com a principal preocupação em preservar vidas, sem contudo prejudicar o setor econômico”.
Segundo o presidente da AMM, em todos os municípios, permaneceram abertos os postos de combustíveis, farmácias, supermercados e outros tipos de atividades econômicas consideradas essenciais. As indústrias, principalmente as processadoras de alimentos, como também o transporte da produção e de mercadorias, não foram fechados pelos decretos.
Neurilan diz ainda que a população de municípios menores, a exemplo de Brasnorte, deve ter o mesmo tratamento e cuidado, que se tem com a população de uma grande cidade, ou mesmo uma metrópole como é o caso de São Paulo. “Além disso, os prefeitos não precipitaram nas suas decisões, para impedir a propagação do coronavírus. Foram prudentes e responsáveis. Acima de tudo, estão cumprindo com a obrigação prevista em lei, que é de proteger a população”.
O ex-prefeito lembrou também que encaminhou mais de um dezena de decretos recebidos dos prefeitos ao secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, para que fossem analisados, e que pudessem complementar o decreto estadual. “Evidentemente que essa ação foi no sentido de colaborar com o governo, principalmente mostrar a nossa preocupação com a pandemia e com os resultados econômicos que ela vem produzindo, além de desmistificar informações distorcidas de que os prefeitos fecharam totalmente o comércio local”.
Apesar de discordar das críticas de Mauro, Neurilan vê o novo decreto como ação positiva do Governo, que assume a responsabilidade, uniformizando as ações contra a doença.
A partir de agora, caberá a cada gestor municipal adequar as suas ações de acordo com o decreto estadual, que recomenda e colocação de equipes de vigilância para monitorar e fiscalizar as atividades (Com Assessoria).

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