Cíntia Borges
Midianews
O deputado estadual Eduardo Botelho (DEM) afirmou que com a fusão do PSL e do DEM, o comando da nova sigla em Mato Grosso deve ficar com um nome do democratas.
O entendimento ficou definido em reunião realizada no último dia 21 de setembro, em que a executiva nacional se reuniu em Brasília. Na reunião, que contou com a presença do governador Mauro Mendes, Botelho e outros nomes do partido em Mato Grosso, ficou definido que o comando ficará com a sigla que tiver governador em cada estado.
“Uma das grandes discussões é a questão de comando. A princípio, o comando nacional ficaria com o PSL, e os estaduais onde tem governo ficaria com o partido que tem Governo”, explicou Botelho.
“Por exemplo, aqui em Mato Grosso temos o governador Mauro Mendes e o comando ficaria com o Democratas”, acrescentou.
A discussão sobre o comando fez Botelho acreditar que a fusão ocorreria só no ano que vem – o que não teria validade para eleições de 2022. É que ACM Neto, presidente do DEM Nacional, e Luciano Bivar, presidente do PSL, queriam a presidência da nova sigla.
Mas, ele apontou que no encontro ficou definido que “as coisas vão acelerar”.
“Já existe uma convenção marcada para o dia 5 de outubro. A fusão do DEM com o PSL vai seguir em ritmo acelerado, e algumas pautas que serão encaminhadas. Nós estamos participando desse momento que é de mudança”, afirmou.
Definição de nome e número
A definição de qual nome e número serão adotados pelo novo partido também norteou as discussões da reunião.
Botelho afirmou que uma pesquisa foi encomendada para saber qual será mais viável e aceita pelos eleitores: uma das siglas já existentes ou um novo nome.
“Será feito uma pesquisa a nível nacional de qual seria o nome mais aceito, se seria Democratas, PSL ou um nome fundido entre os dois e dai iremos definir. Assim também será feito com o número. Qual o número mais aceito? 17 ou 25?”, disse
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