Romilson Dorado RD News
O PSL do presidente Jair Bolsonaro continua com fundo partidário bloqueado em Mato Grosso, acumulando dívidas de R$ 160 mil oriundas de três gestões, impedindo repasse de recursos para o diretório estadual, presidido hoje pelo federal Nelson Barbudo.
Sem o suporte financeiro a que teria direito, Barbudo não consegue, por exemplo, montar a sede do partido e nem atender uma série de outras demandas. Mesmo assim, o PSL é uma das legendas que mais tem crescido nos municípios. Conta hoje com 65 comissões provisórias formadas e com outras 47 em andamento.
Os problemas vêm desde 2003, anda sob a presidência de Emídio de Souza, foram transferidos para o vereador cuiabano Wilson Kero-Kero e, depois, para o ex-deputado federal Victório Galli. Deixaram o PSL à deriva.
Entre as ingerências sob responsabilidade do trio estão a não prestação de contas, falta de documentos e dívidas não pagas. Como em eleições passadas, o partido quase não elegia ninguém, os presidentes também pouco importavam em prestar contas a Justiça Eleitoral. As pendências só devem ser resolvidas junto ao TRE-MT dentro de 90 dias.
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