terça-feira, 7 julho, 2026
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APESAR DAS ALTAS: Inflação da construção em MT fecha abaixo da média nacional

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Marianna Peres
Diário de Cuiabá
O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) variou 2,38% – a segunda maior do país – em dezembro, e a inflação da construção em Mato Grosso fechou 2023 com alta de 1,74%, a terceira maior do Centro-Oeste, abaixo do registrado na média nacional, que nesse mesmo período foi de 2,55%.
A região Centro-Oeste, influenciada pelo reajuste observado nas categorias profissionais em Mato Grosso, ficou com a maior variação regional em dezembro, 0,90%.
As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,31% (Norte), 0,21% (Nordeste), 0,14% (Sudeste) e 0,25% (Sul).
Conforme dados divulgados pelo IBGE, o custo nacional da construção, por metro quadrado, que em dezembro fechou em R$ 1.801,53, o que no Centro-Oeste, foi o maior do período.
Nos outros estados, o preço do metro quadrado fechou em R$ 1.709,09 em Goiás, R$ 1.701,66 em Mato Grosso do Sul e em R$ 1.792,96 no Distrito Federal.
No país, o Sinapi variou 0,26%, subindo 0,18 ponto percentual em relação a novembro (0,08%).
O acumulado do ano foi de 2,55%, numa queda de 8,35 pontos percentuais em relação à taxa acumulada de 2022.
O índice de dezembro de 2022 foi de 0,08%.
O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em dezembro fechou em R$ 1.717,71, passou em novembro para R$ 1.722,19, sendo R$ 1.001,89 relativos aos materiais e R$ 720,30 à mão de obra.
A parcela dos materiais apresentou variação de 0,27%, subindo 0,19 ponto percentual em relação a novembro, e registrando a segunda maior taxa da categoria no ano, ficando atrás apenas do mês de abril (0,42%).
Considerando o índice de dezembro de 2022 (0,07%), houve aumento de 0,20 ponto percentual.
Já a mão de obra, com taxa de 0,24%, e reajuste observado em dois estados, também registrou alta, subindo0,16 ponto percentual em relação tanto ao mês anterior (0,08%), quanto a dezembro de 2022 (0,08%).
O acumulado no ano de 2023 foi de 0,06% nos materiais, já a parcela do custo referente aos gastos com mão de obra chegou a 6,22%.
Em 2022, a parcela dos materiais foi de 10,02% e a mão de obra, 12,18%.
A região Sul apresentou o maior resultado acumulado de 2023, 4,58%.
As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 4,40% (Norte), 2,48% (Nordeste), 1,86% (Centro-Oeste), 1,68% (Sudeste).
A região Centro-Oeste ficou com a maior queda no acumulado do ano de 2023, -12,74%.
As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: -8,65% (Sudeste), -8,30% (Norte), -7,54% (Nordeste) e -5,90% (Sul).

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