Por Arão Leite
Alta Floresta – O jovem Vitor Ursulino Alves, que estava desaparecido desde a noite de 11 de junho após sair da faculdade, foi alvo de execução. O corpo, já adiantado estado de decomposição, foi encontrado em uma cova rasa, parcialmente enterrado, em uma área de mato a cerca de quatro quilômetros do centro da cidade de Colíder onde residia.
Desde que foi registrado o desaparecimento do estudante de direito da Universidade do Estado de Mato Grosso -UNEMAT, as Polícias Militar, Civil e com apoio do CORE, estiveram mobilizadas na tentativa de encontrar seu paradeiro. Todos queriam saber o que teria ocorrido. E ainda na semana passada foi realizada a Operação Caronte, focada em desarticular grupo de possíveis envolvidos no sumiço de Vitor, ocasião em que um suspeito de envolvimento no caso foi morto em confronto com as forças de segurança.
A Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais – CORE, atuou de forma ininterrupta com as demais forças policiais na caça aos envolvidos e ao desaparecido que no sábado foi encontrado em uma área de mato. E o reconhecimento foi possível através de vestes e outras características do corpo, mas o cadáver precisou ser encaminhado ao IML em Alta Floresta onde passou por exame de necropsia e ainda na manhã de ontem a informação era que continuava em processo de identificação oficial.
Operação Caronte – II
Mas enquanto a perícia trabalhava a identificação oficial do cadáver, a Polícia Civil com apoio do Core e PM desencadeavam a Operação Caronte II, dando cumprimentos a vários mandados de buscas, cinco prisões e um mandado de apreensão. E os alvos da ação policial são possíveis envolvidos no caso Vitor onde a Polícia Civil investiga todos os envolvidos e motivação do crime de execução do jovem acadêmico que era monitor de uma escola cívico militar e voluntário do Tiro de Guerra de Colíder.
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