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IFMT de Alta Floresta adere greve

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Notícia Exata
O Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso e os diretores-gerais de 18 campi do IFMT divulgaram quinta-feira, 4 de abril, uma nota oficial sobre o movimento de greve deflagrado pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica, Seção Mato Grosso (Sinasefe/MT) que tem início previsto para segunda-feira, 8.
O documento destaca que o IFMT reconhece o atual movimento de greve nacional, liderado pelo Sinasefe e demais entidades sindicais participantes, como parte integrante do processo democrático para a busca por melhores condições de trabalho e valorização profissional dos servidores da educação.
A reportagem do Notícia Exata entrou em contato com a direção de ensino do IFMT de Alta Floresta que confirmou a adesão da unidade ao movimento grevista.
Em Mato Grosso o IFMT tem unidades em: Cuiabá – Octayde Jorge da Silva, São Vicente, Cáceres – Professor Olegário Baldo, Cuiabá – Bela Vista, Pontes e Lacerda – Fronteira Oeste, Campo Novo do Parecis, Confresa, Rondonópolis, Sorriso, Várzea Grande, Barra do Garças, Primavera do Leste, Alta Floresta, Tangará da Serra, Diamantino, Lucas do Rio Verde, Sinop, Juína e Guarantã do Norte.
Conforme apurado, o movimento reivindica pautas, que segundo eles são básicas e o Governo Federal não vem cumprindo. De acordo com o Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), ao menos 270 unidades de ensino de 21 estados aderiram à paralisação.
As gestões dos Campi e da Reitoria estão comprometidas em buscar soluções que permitam a existência de um canal de diálogo aberto e construtivo com o Comando
de Greve do SINASEFE, de forma a garantir as condições mínimas para atendimento do princípio da continuidade dos serviços públicos, por meio da definição das atividades essenciais ou inadiáveis, minimizando os impactos aos estudantes e à comunidade e por outro lado, respeitando também o direito de greve estabelecido na Constituição Federal.
Durante o período de greve, o calendário acadêmico dos campi que aderiram o movimento estará suspenso (no Campus Juína não houve a deflagração da greve). A nota acrescenta que com o retorno das atividades serão empreendidos esforços para sua regularização do calendário, de forma mais breve possível.
A greve abrange professores e funcionários técnico-administrativos dos Institutos Federais, que reivindicam uma recomposição salarial que varia de 22,71% a 34,32%, dependendo da categoria, reestruturação das carreiras, recomposição do orçamento e o reajuste imediato dos auxílios e bolsas dos estudantes.
Por nota, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos disse que ocorreu um reajuste de 9% para todos os servidores, assim como um aumento de 43,6% no auxílio alimentação. A pasta afirma que a discussão sobre o reajuste deste ano é debatido desde o semestre passado.

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