Gustavo Sampaio
Jornal da Cidade
O Palmeiras jogou terça, 12, a partida que valeu a classificação para a final da Libertadores da América, o resultado de 3-0 frente ao River Plate conquistado na Argentina dava um certo alívio para o torcedor palmeirense, cenário bem diferente vivido durante os 90 minutos.
Não se pode flertar perigosamente contra um time que chegou a 5 semifinais seguidas de Copa Libertadores, os comandados de Gallardo são muito bem instruídos para jogar esses jogos.
Antes de informar qualquer lance que possa gerar algum tipo de polêmica, deve-se exaltar a partida que fez Weverton. O arqueiro alviverde foi crucial em muitos dos 26 chutes ao gol que os argentinos executaram durante os 100 minutos de partida, foi a cara, as mãos, os pés e a alma da classificação do Palmeiras.
O River abriu o placar aos 29 minutos do primeiro tempo com Rojas. Aos 44 da primeira parte o atacante Borre fez 2-0 e assinou a sentença de um segundo tempo dramático. No espaço de 7 dias, o River Plate entendeu como poderia superar os brasileiros, o time de Abel Ferreira estava nas cordas.
Aos 7 minutos do segundo tempo o terceiro gol do River Plate, que devolveria o placar do primeiro jogo, foi anulado pelo VAR por impedimento. O Palmeiras se defendia como podia de uma fera faminta e a tragédia só não aconteceu pela interferência (positiva) do árbitro de vídeo que anulou dois pênaltis marcados pelo árbitro de campo, o último nos acréscimos e por posição irregular.
O River Plate sai frustrado pela não classificação mas orgulhoso por ter feito o melhor jogo da temporada, o Palmeiras feliz pela classificação mas sabe que não pode repetir tal atuação para conquistar a principal obsessão do clube nos últimos anos.
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