Gustavo Sampaio
Jornal da Cidade
A Justiça do estado Goiás aceitou na ultima terça-feira (09), a denúncia do Ministério Público contra os 16 investigados na operação Penalidade Máxima II, segunda fase da operação contra apostas ilegais no futebol brasileiro.
Entre os investigados, que agora passam a ser réus no caso, está o zagueiro Eduardo Bauermann, afastado das atividades do elenco profissional pelo Santos. Após o processo de instrução, os acusados irão a julgamento.
Os acusados que são jogadores:
Eduardo Bauermann (Santos)
Gabriel Tota (Ypiranga-RS)
Victor Ramos (Chapecoense)
Igor Cariús (Sport)
Paulo Miranda (Náutico)
Fernando Neto (São Bernardo)
Matheus Gomes (Sergipe)
Tudo se deu início quando o volante Romário, do Vila Nova, aceitou uma oferta de R$ 150 mil para cometer um pênalti no jogo contra o Sport pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Ele recebeu um sinal de R$ 10 mil, e só teria os demais R$ 140 mil após a partida. Como não foi relacionado, tentou corromper colegas de time, mas sem sucesso. A história então vazou e o presidente do Vila Nova, Hugo Jorge Bravo, ele próprio um policial militar, investigou o caso e entregou as provas para o Ministério Público de Goiás. A primeira denúncia, feita há dois meses, indicava que havia três jogos suspeitos na Série B do ano passado: Vila Nova x Sport, Criciúma x Tombense e Sampaio Corrêa e Londrina.
Ja na primeira fase da operação Penalidade Máxima, oito jogadores de diferentes clubes foram denunciados pelo Ministério Público e viraram réus por participarem do suposto esquema de manipulação em jogos da Série B do ano passado.
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